Alguns dos trabalhos desenvolvidos pelos participantes
Jurema Werneck
Jurema Werneck
Brasileira medica nascida na comunidade morro do Cabrito no Rio de Janeiro filha de família humilde e dedicada as causas sócias envolvendo a mulher destacado a mulher negra e sua luta contra a desigualdade social cultura e econômica. Fundadora da ONG Crioula voltada a trabalhar com a comunidade carente no Rio de Janeiro principalmente a mulher negra. Jurema é filha de uma família pobre, todos na raça negra e moradores do morro do Cabrito no Rio de Janeiro. Eles conviveram sempre subjugados pelo preconceito do racismo e do sócio econômico, da pobreza. Essa duas marcas ou feridas sociais acompanharam a vida de Jurema desde a sua infância, os seus pais viveram a impossibilidade de existir pelo conhecimento acadêmico, pois mesmo tendo notas altas e vencendo varias competições estudantis vivenciaram a impossibilidade ter uma vida plena e justa, devido a desigualdade social. Sua mãe morreu jovem, a vida de Jurema foi sempre repleta de portas fechadas e de falta de oportunidade por causa do preconceito racial, a vida dela foi de lutas e barreiras. E, também, de superação, vencendo o racismo e todos os preconceitos sociais.
Sua importância histórica: Jurema Werneck desenvolveu sua luta contra todas as formas de preconceito. Dando valor ao ser humano pelo o que ele é e não pelo que aparenta ser ou pela condição econômica que tem. Ela não se dobrou diante das barreiras que surgiram em sua vida, enfrentou o preconceito racial e os empecilhos econômicos, apresentados no estado de pobreza da sua família e da sua comunidade.
Ela enfrentou falta de oportunidade com esforço e muita luta, chegando ao pódio máximo da formatura, criando seu próprio espaço. Jurema Werneck representa a força e a luta do povo negro contra a apartheid e da segregação econômica.
Um Conceito de Cidadania: Na visão ética da Doutora Jurema Werneck a cidadania não vem de fatores sócios econômicos ou culturais mais de padrões morais e cívicos. Ela representou a cultura negra dentro de uma sociedade racista mostrando o valor cultural da raça negra e sua competência intelectual.
Suas Lutas: Ela tem uma ação dinâmica contra a intolerância religiosa, perseguindo os direitos ao culto de sua religião. Esse é um fato preconceituoso que vem perseguindo o povo negro através dos séculos no Brasil. Ela, também, trabalha na ação negra feminina em defesa da sua raça e da sua cultura tendo como objetivo a conscientização da existência da segregação racial e cultural no Brasil, mostrando, deste modo, a competência cultural da raça negra.
Concluindo: Observa-se que se o racismo não for combatido será admitido que os brancos se apropriem do que é do negro, tipo sua crenças ou sua cultura, e assim, terminado por lhes expulsar do seu meio social.
Bibliografia pesquisada
Editores:
Amara Ribeiro Turma: 3°C EJA
Fabio Junior
Benedita da
Silva
Nasceu no dia 11 de março de 1942 na
favela da Praia do Pinto no Rio de Janeiro. Com 14 irmãos, tinha que trabalhar
para ajudar no sustento da família: vendeu limão e amendoim, trabalhou em
fábricas e entregava roupas para sua mãe. Em
1965 foi indicada para representar o bairro de Copacabana num concurso de
mulheres sambistas, promovido pela prefeitura da cidade, tendo sido eleita a
miss IV Centenário, em comemoração ao aniversário da cidade. Na década de 60,
converteu-se à religião protestante, sendo devota da igreja Assembleia de Deus.
Sua importância histórica: Na
década de 60 e 70, durante o período de ditadura militar, ela juntou-se à
outras mulheres do Chapéu Mangueira para pedir melhores condições de vida à
comunidade favelada, e começaram a acontecer as ações da polícia no lugar,
fundaram então o departamento feminino da Associação de moradores do Chapéu
Mangueira. Em 1975, a organização de mulheres faveladas articulou-se com o
Centro da Mulher Brasileira para desenvolver um trabalho em conjunto, mulheres
do morro e mulheres da classe média carioca.
Uma Reflexão de
Cidadania: Para Benedita as “idéias racistas são passadas pela educação e
ficam introjetadas na cabeça das pessoas. Em certos momentos, são usadas para
agredir, devemos lutar contra isso ”
Suas Lutas: Filiada
ao PT desde 1980, formou-se aos 40 anos de idade em Estudos Sociais e Serviço
Social. Em 1982, tornou-se a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na
Câmara de Vereadores da Cidade do Rio de janeiro, e não parou por aí. Em seu
primeiro mandato, durante a reforma da Constituição do Brasil, ela garantiu as
mulheres presidiárias o direito de permanecerem com os seus filhos durante a
amamentação. Seus mandatos são marcados pela defesa das mulheres e negros.
Sendo autora do projeto que inscreveu Zumbi dos Palmares no panteão dos heróis
nacionais, e fez de 20 de novembro o ‘Dia Nacional da Consciência Negra’. Benedita
também é responsável pela criação de delegacias especiais para apurar crimes
raciais, pela obrigatoriedade do quesito “cor” em documentos, pela lei contra
assédio e pelos direitos trabalhistas extensivos às empregadas domésticas.
Concluindo: Concluímos que Benedita
da Silva foi uma pessoa ativa e notável no meio social e politico, na luta
pelos direitos dos negros e de uma sociedade mais justa.
Bibliografia pesquisada
Editores:
Thiago Sérgio S. Martins, Mateus Felipe, Pricila Carla e Silvana Salvino.
Turma: 3°C- EJA
Naomi Campbell
Sua importância histórica: Em 1992, gravou com o cantor Michael Jackson o videoclipe da música "In A marca de pneus Pirelli, que todos os anos Em 1988, quando já era muito solicitada por diversos costureiros, como Versace (o seu maior impulsionador) e Ralph Lauren, foi a primeira mulher negra a aparecer nas capas das revistas Vogue francesa e inglesa e ainda na TIME. Mudou-se no ano seguinte para Nova Iorque, onde passou a viver, não demorando muito tempo a aparecer na capa da Vogue norte-americana. Em 2008 surpreendeu ao posar com os seios à mostra para a edição de dezembro da Vogue russa. Em 1991, surgiu junto com Eva escolhe uma top model para ilustrar os seus famosos calendários, optou por Campbel em 1995. Nesse mesmo ano, a modelo inglesa gravou um CD intitulado "Babywoman", que vendeu mais de um milhão de cópias. Ainda em 1995 lançou o livro Swan, que conta uma história de suspense envolvendo cinco manequins e as suas viagens à volta do mundo. Publicou também um livro ilustrado com as suas melhores fotos, cujos lucros revertem para a Cruz Vermelha da Somália. Campbell contribuiu igualmente, através da UNESCO, com fundos para a construção de jardins de infância em países pobres.
Turma: 3°C- EJA
Naomi Campbell
Tinha
15 anos quando passeava em um parque da capital londrina e um agente da Elite
notou sua beleza exótica. Negra e com lindos olhos puxados, Naomi foi um
refresco para os padrões de beleza da época e um ano depois já estampava a capa
da versão britânica da revista “Elle”, feito inédito para uma modelo negra.
Disposta a seguir a carreira de modelo, ela se mudou para Paris em 1996 e
grandes trabalhos não pararam de surgir. Fez a capa da revista “Vogue”
francesa, além do calendário Pirelli e dos principais desfiles de moda. O
estilista Versace sempre a apoiou muito e impulsionou sua carreira, bem como a
grife Ralph Lauren.
Representando
a cultura negra na sociedade mundial: Ao lado de nomes como Linda
Evangelista e Christy Turlington, Naomi Campbell foi uma das maiores modelos do
mundo no início dos anos 90. De todas as modelos de sua geração, ela é uma das
únicas que se mantém em evidência até os dias atuais: ocupa a sexta colocação
no ranking das 20 modelos ícones do site Models.com. Perde-se a conta de suas
capas de revista pelo mundo – foram centenas. Estrelou grandes campanhas para
as maiores marcas, entre elas, Chanel, Victoria's Secret, Versace, Burberry,
Prada, Fendi, Valentino, Yves Saint Laurent, entre outras. No Brasil, Naomi já
fez campanhas e desfilou para as marcas Zoomp, Rosá Chá e Morena Rosa.
Sua importância histórica: Em 1992, gravou com o cantor Michael Jackson o videoclipe da música "In A marca de pneus Pirelli, que todos os anos Em 1988, quando já era muito solicitada por diversos costureiros, como Versace (o seu maior impulsionador) e Ralph Lauren, foi a primeira mulher negra a aparecer nas capas das revistas Vogue francesa e inglesa e ainda na TIME. Mudou-se no ano seguinte para Nova Iorque, onde passou a viver, não demorando muito tempo a aparecer na capa da Vogue norte-americana. Em 2008 surpreendeu ao posar com os seios à mostra para a edição de dezembro da Vogue russa. Em 1991, surgiu junto com Eva escolhe uma top model para ilustrar os seus famosos calendários, optou por Campbel em 1995. Nesse mesmo ano, a modelo inglesa gravou um CD intitulado "Babywoman", que vendeu mais de um milhão de cópias. Ainda em 1995 lançou o livro Swan, que conta uma história de suspense envolvendo cinco manequins e as suas viagens à volta do mundo. Publicou também um livro ilustrado com as suas melhores fotos, cujos lucros revertem para a Cruz Vermelha da Somália. Campbell contribuiu igualmente, através da UNESCO, com fundos para a construção de jardins de infância em países pobres.
Suas Lutas:
Em Agosto de 1988, Yves
Saint Laurent, amigo e mentor de Naomi, ameaçou a Vogue Paris, de retirar toda
a sua campanha publicitária, quando a publicação negou-se a colocar Naomi, ou
qualquer outra modelo negra, em sua capa. Diante da pressão, a Vogue Paris
terminou concordando e fotografou a modelo para a capa, transformando-a na
primeira modelo negra da história que conseguia ser capa da revista. Depois da
Vogue, Naomi transformou-se também na segunda modelo negra, depois de Don Yale
Luna, a aparecer na capa da Vogue inglesa, Vogue Japão, da Time e Vogue da
China. Naomi Campbell é uma modelo que teve seu auge nos anos 80, ao lado de
outras beldades das passarelas como Cindy Crawford e Claudia Schiffer. Embora
esteja meio acabada fisicamente hoje em dia, Naomi (cuja pronúncia correta do
nome é neiomi) ainda consegue se manter no topo da mídia
Concluindo: Concluímos que Naomi Campbell é uma pessoa ativa no meio da moda e notável representante
do povo negro no meio social, uma pessoa que conseguiu quebrar as barreiras do preconceito
no meio da moda.
Dayane dos Santos
Juliana Oliveira
Sueli Carneiro
Ana paula
vanessa Bernardo
Luan Lima
Editores: Turma: 3°A-EJA
Dayane DayanDayane dos Santos
Juliana Oliveira
Sueli Carneiro
A mais velha de uma família de sete filhos cresceu no bairro da
Lapa, região proletária de São Paulo. Filha de mãe costureira - com o primeiro
grau-, e pai ferroviário- semi-analfabeto-, formou-se em filosofia na
Universidade de São Paulo- USP e na mesma instituição, posteriormente, obteve o
título de Doutora em Educação. Foi também na USP que conheceu aquele que seria
seu futuro marido. Foi em 1984, com a ajuda de Sueli, que o governo de São
Paulo criou o Conselho Estadual da Condição Feminina. Alertado pelo programa da
radialista negra Marta Arruda de que não havia negras entre as 32 conselheiras
convocadas, o conselho convidou Tereza Santos, que militava no movimento negro
ao lado de Sueli Carneiro, teórica da questão da mulher negra. Na gestão
seguinte, foi a vez de Sueli fazer parte do conselho. Em 1988, foi convidada
para integrar o Conselho Nacional da Condição Feminina, em Brasília. Antes de
partir, no entanto, fundou o Geledés - Instituto da Mulher Negra, primeira
organização negra e feminista independente de São Paulo.
Sua importância histórica: Sueli Carneiro é
doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e fundadora do Geledés
– Instituto da Mulher Negra – primeira organização negra e feminista
independente de São Paulo. Teórica da questão da mulher negra criou o único
programa brasileiro de orientação na área de saúde física e mental específico
para mulheres negras, onde mais de trinta mulheres são atendidas semanalmente
por psicólogos e assistentes sociais. Em 1988 foi convidada a integrar o
Conselho Nacional da Condição Feminina, em Brasília. Após denúncias de um grupo
de cantores de rap da cidade de São Paulo, que queriam proteção porque eram
vítimas frequentes de agressão policial. Ela decidiu criar em 1992 um plano
específico para a juventude negra, o Projeto Rappers, onde os jovens são
agentes de denúncia e também multiplicadores da consciência de cidadania dos
demais jovens.
Uma Reflexão de Cidadania: Para Benedita lutar pelo direito do povo negro é uma questão de
cidadania, pois ela deixou “o tronco a muito tempo” e esta luta é o seu dever.
Suas Lutas: É filósofa e autora da obra Racismo, sexismo e desigualdade no
Brasil que traz uma abordagem crítica dos comportamentos humanos e apresenta os
principais avanços na superação das desigualdades criadas pela prática da
discriminação racial – indicadores sociais, mercado de trabalho, consciência
negra, cotas, miscigenação racial no Brasil, racismo no universo infantil,
obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas
escolas públicas do País, entre outros. Criou o único programa brasileiro de
orientação na área de saúde específico para mulheres negras. Semanalmente mais
de trinta mulheres são atendidas por psicólogos e assistentes sociais e
participam de palestras sobre sexualidade, contracepção, saúde física e mental
na sede do Geledés. Recebeu a visita de um grupo de cantores de rap da
periferia da cidade, que queriam proteção porque eram vítimas frequentes de
agressão policial, neste momento, ela decidiu criar então o Projeto Rappers,
onde os jovens são agentes de denúncia e também multiplicadores da consciência
de cidadania dos demais jovens.
Concluindo: Temos em Sueli Carneiro uma intelectual
atuante na luta pelos direitos do povo negro e, também, das pessoas excluídas. Representante
ativa ante aos problemas sociais que atingem a periferia.
Editores: Turma: 3°D-EJA
corina priscilaAna paula
vanessa Bernardo
Luan Lima


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